9/13/2008
9/07/2008
O Cáucaso
Por igual, é limite entre duas grandes religiões: a Cristã e a Islâmica. Nos três últimos séculos, a região do Cáucaso tem sido palco de lutas entre o Império Russo, o Império Turco Otomano e o Império Persa, hoje sucedidos por estados modernos. Chamada também de "A Montanha das Mil Línguas", o Cáucaso é povoado há bem mais de três mil anos por um cadinho de tribos, muitas delas ainda vivendo de acordo com antigos códigos feudais, sempre prontas a se rebelarem contra os ocupantes vindos de fora (*).
O Interesse Russo
Impressionado pelas antigas histórias de riquezas do comércio indiano, imaginou atrair as caravanas de especiarias para dentro do território russo. Ao invés delas chegaram a Europa, vindas pelos desertos do Irã, atravessando a Turquia e o Mediterrâneo, o intento dele é que elas carregadas de peles e essências finas, subissem o rio Volga até São Petersburgo (capital do império russo), para então, singrando pelo Mar Báltico, chegar aos centros comerciais euro-ocidentais.
Entre 1722-3, o próprio czar Pedro I, descendo o rio Volga até o Mar Cáspio, chefiou uma expedição de desbravamento daquela região, levando consigo um exército de 60 mil homens. Naquela ocasião a potência que dominava boa parte do Cáucaso era o Xarado do Irã, com quem os russos passaram a disputar a hegemonia.
A Guerra do Cáucaso
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Para afirmar o seu domínio, Alexandre I designou para lá um herói da guerra contra os franceses: o general Alexey Ermolov (1772-1861). Este convenceu o czar que a única maneira de manietar a população nativa, especialmente as tribos chechenas, era pela mão-de-ferro. Nomeado vice-rei do Cáucaso (1813-1826), o general deixou fama como um terrível repressor, alguém que cujo nome até hoje provoca horror nos caucasianos.
Ermolov organizou diversas campanhas de extermínio contra as aldeias montanhesas, massacrando a população civil com baionetas e liquidando os resistentes por meio de enforcamentos coletivos, como ele cometeu contra o vilarejo de Dadi Yurt. Um dito dele fez história: "Nunca a terra viu uma escória tão vil como os chechenos".
Nada disso arrefeceu o espírito de resistência dos montanheses. Povos insubmissos, fizeram uma guerra sem quartel aos russos invasores e seus aliados os cossacos (*). Ocultados nas alturas das montanhas, protegidos pelos abismos colossais, os chechenos e outros caucasianos, sempre que podiam, atraiam os russos para emboscadas, matando-os com adagas e punhais, ou que com que tinham à mão.
A política de terra-arrasada, de escancarada repressão contra as auls, as aldeias caucasianas, fez com que Ermolov terminasse sendo removido do cargo. Um outro general russo de nome Orlov chegou a escrever em 1820: "É justo submeter os chechenos e outros povos da região ao mesmo nível geral do Cáucaso. Entretanto, isso não é algo que se possa conseguir com baionetas mas com paciência e esclarecimentos... a luta pode trazer benefício pessoal a Ermolov, mas nada de bom para a Rússia".
Os primeiros passos dados na guerra contra os caucasianos foram decisão de Araksin, o governador russo do Astracã, quando, em agosto de 1711, atacou as aldeias dos Tártaros Kuban. Guerra esta, intermitente, que somente chegou ao fim 153 anos depois com o Tratado de Gubaadva, assinado pelo Imam Shamil na presença do czar Alexandre III, no dia 21 de maio de 1864. Quase em seguida a isso, enormes lençóis de petróleo foram encontrados pelos geólogos na bacia do Mar Cáspio.
Fonte: Aqui.
4/20/2008
25 de Abril
25 de Abril de 1974Na sede da polícia política é apeada a foto de Salazar.
Mais informação sobre o 25 de Abril aqui.
11/14/2007
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Che Guevara
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O Século XX
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7/14/2007
7/04/2007
Casa da Leitura (Convite para férias...)
Chama-se "Casa da Leitura" o novo portal do Serviço de Educação e Bolsas da Fundação Calouste Gulbenkian, tendo como objectivo a promoção da leitura. Este novo serviço "on-line" destina-se ao público em geral mas, sobretudo aos mediadores de leitura - bibliotecários e professores -, pais, educadores e jornalistas, proporcionando a todos material para promover as leituras junto dos mais novos. Na "Casa da Leitura" podem encontrar-se recensões de mais de 500 livros destinados à infância e à adolescência, organizados segundo temas, bem como o desenvolvimento de temas, biografias e bibliografias, actualizados regularmente.O portal dispõe ainda de um serviço de orientação para a leitura onde se encontra reunido o essencial da informação acerca das edições de livros para a infância e juventude, sobretudo os mais recentes, mas também edições clássicas e, em alguns casos, edições em língua estrangeira.Estão ainda disponíveis orientações teóricas, informações sobre projectos no terreno ou que possam vir a ser desenvolvidos no âmbito da leitura.No prazo de um ano, a Fundação Calouste Gulbenkian pretende criar um outro portal dirigido exclusivamente ao público jovem, tendo objectivos semelhantes.Este novo portal está acessível a partir do endereço electrónico: www.casadaleitura.org

